Descubra como ajudar seu pet a lidar com medo de fogos e reduzir o estresse em momentos de barulho intenso.
Fogos de artifício e barulhos altos podem ser muito assustadores para cães e gatos. O que para as pessoas parece festa, para muitos pets é sinônimo de medo, tensão e insegurança. Isso acontece porque eles têm audição muito mais sensível do que a nossa e percebem os sons de forma mais intensa.
Mas, em épocas de comemoração, réveillon, jogos ou festas, esse desconforto costuma aparecer com mais força. Alguns animais reagem tentando se esconder, outros ficam inquietos, latem sem parar, miam de forma diferente ou procuram o tutor o tempo todo. Também é comum observar tremores, respiração acelerada, salivação excessiva e tentativas de fuga. Esses sinais mostram que o pet não está apenas “agitado”, mas realmente estressado.
Como preparar o ambiente
A melhor forma de ajudar é se antecipar. Antes dos barulhos começarem, deixe o pet em um ambiente seguro, com portas e janelas fechadas para reduzir o som externo. Se possível, escolha um cômodo mais silencioso da casa. Coloque a caminha, a manta e algum brinquedo conhecido por perto, porque cheiros e objetos familiares ajudam o animal a se sentir mais protegido.
Manter a rotina o mais estável possível também faz diferença. Ofereça água fresca, respeite o horário da alimentação e tente não transformar o momento em uma situação de excesso de preocupação. O tutor precisa transmitir calma, porque o animal costuma perceber facilmente o estado emocional de quem está por perto.
O que evitar
Não force o pet a ficar em local que ele não quer. Se ele preferir se esconder, deixe que faça isso com segurança. Também não é indicado brigar, gritar ou tentar “ensinar na marra” que não há motivo para medo. Isso pode aumentar ainda mais a ansiedade.
Outro cuidado importante é não deixar o animal solto em locais com risco de fuga. Portões, portas e janelas precisam estar bem fechados para evitar acidentes durante os momentos de pânico.
Quando procurar ajuda
Se o medo de fogos for muito intenso, frequente ou vier acompanhado de comportamento destrutivo e tentativas fortes de fuga, vale conversar com o veterinário. Em alguns casos, pode ser necessário um plano mais específico para ajudar o pet a passar por essas situações com mais conforto e segurança.
Cuidar de um pet com medo de fogos exige paciência, atenção e planejamento. Com um ambiente protegido e uma postura calma, o tutor consegue reduzir bastante o estresse e tornar esses momentos menos difíceis para o animal.ele.
Fonte: AAHA


