Entenda os sinais de peso no animal de estimação, os riscos de obesidade e como ajudar com mais segurança no dia a dia.
Quando começa?
Muitos tutores só notam o ganho de peso quando o animal já é mais pesado ao pegar no colo ou se movimenta com menos facilidade. No entanto, alterações no corpo, na disposição e até na respiração podem aparecer antes disso.
A princípio, a obesidade em cães e gatos não é apenas uma questão estética. Ela pode aumentar o risco de problemas articulares, metabólicos e piorar a qualidade de vida do animal.
Sinais conhecidos
Se o pet cansa mais rápido, evita brincar, sobe menos escadas ou perde a cintura visível, vale atenção. Em alguns casos, o tutor também sente dificuldade para limpar ou alcançar certas partes do corpo.
Além disso, o excesso de peso pode deixar uma rotina mais lenta e desconfortável. Isso acontece porque o corpo precisa fazer mais esforço para atividades simples do dia a dia.
O que observar.
A alimentação é um dos primeiros pontos a revisar. Como por exemplo, petisco em excesso, porções maiores que o ideal e ausência de controle no consumo diário costumam contribuir para o ganho de peso.
Também vale olhar para a rotina de atividades. Um animal de estimação que se movimenta pouco tende a gastar menos energia e pode engordar com mais facilidade, principalmente se a alimentação não for ajustada.
Como ajustar?
O melhor caminho é conversar com o veterinário para avaliar o peso ideal e ajustar a alimentação se necessário. Dieta, porção, petiscos e exercícios devem ser pensados de forma equilibrada.
Não tente colocar o animal de estimação em restrição brusca por conta própria. Mudanças muito rápidas podem atrapalhar a adaptação e até causar outros problemas.
Conclusão.
Mas, se o seu pet engordou, o mais importante é agir cedo e com orientação. Com configurações simples e acompanhamento profissional, é possível recuperar saúde, disposição e bem-estar.
Fonte: AAHA


